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A atuação das ONGs na sociedade.


Letícia



Organizações não governamentais (ONG) são organizadas em grupos que não têm fins lucrativos. Existem várias ONGs espalhas pelo mundo, caracterizam-se pelas ações de solidariedade que executam, envolvendo a sociedade e a política.
Muitas ONGs recebem doações de pessoas solidárias como roupas, mantimentos alimentares e medicamentos, que são fornecidos para pessoas necessitadas. Ela tem uma grande importância na sociedade, pois ajuda os necessitados, sejam eles animais, crianças ou idosos, entre outros. As ONGs obtém recursos financeiros devido a parcerias com empresas privadas, campanhas e venda de produtos para a colaboração dentro das ONGs. Mas, não são muitas pessoas que ajudam as ONGs.
Devido a tantos desastres ambientais e sociais, a sociedade pede cada vez mais ajuda. Nos países pobres, onde a seca e a fome são abundantes, há um grande numero de ONGs, muitas destinadas a saúde que contam com voluntários para que as pessoas necessitadas recebam todo ajuda possível. A colaboração dos voluntários contribui muito nas ações das ONGs, cada um tem um papel importante dentro na instituição.
Muitas instituições fazem protestos, passeatas, propagandas televisivas para alertar o ouvinte da importância das ONGs no meio social. É importante destacar que todos nós podemos colaborar de alguma forma para melhorar o meio em que vivemos, as ONGs são uma prova disso. 

O consumismo te consome

                                      Geovana Nascimento Santiago

Primeiro temos que diferenciar consumo de consumismo. No consumo, o ato de comprar está diretamente relacionado á necessidade ou a sobrevivência. Já quando se trata de consumismo, essa relação está rompida, ou seja, a pessoa não precisa daquilo que está adquirindo.
A explicação da compulsão pelo consumo talvez possa justificar em bases históricas. O mundo nunca mais foi o mesmo após a Revolução Industrial, que trouxe consigo agilidade no processo de fabricação e juntamente, o desenvolvimento baseado na economia liberal, nos levando assim, ao consumismo alienado de produtos industrializados. A sociedade cria uma cultura onde o importante é ter algo que o outro não tem, criando assim uma concorrência. O objetivo é criar num possível consumidor um descontentamento com aquilo que ele tem. Com isso, ele passará a consumir mais, porque nunca está satisfeito com o que tem, precisando cada vez mais de algo melhor.
Existe quase um consenso entre economistas em referir-se a esta crise econômica como uma “crise de crédito”. Os bancos e instituições financeiras passaram a emprestar dinheiro para que as pessoas pagassem suas dívidas, aí chega um ponto em que é preciso acabar com a “bola de neve”, antes que ela levasse o banco á falência. E assim do dia pra noite o crédito sumiu. Mas antes do crédito o que levou tanta gente a pedir tanto dinheiro emprestado? Simples; o consumismo. O Tênis de marca, a bolsa de grife, o celular mais moderno, o produto eletrônico recém-lançado.
É uma prestação aqui, uma mensalidade ali e, no fim do mês, a conta não fecha. Em poucas palavras, as famílias compravam o que precisavam mas também compravam coisas supérfluas, que poderiam ter esperado pra adquirir.


Referências:

http://epocanegocios.globo.com/

Crise dos Sonhos


(Eros S.R. Rocha)

        Em tempos, ou se  preferir, eras de crises econômicas em que até nações são inteiramente atingidas, o ideal, o necessário, o racional, seria economizar  independente de quem sejas, da sua condição financeira, classe social, etc. Entretanto, estamos poupando nosso dinheiro?
É incrível como as pessoas, pelo menos no Brasil, fazem o oposto. Se deixam levar pelo constante assédio das frenéticas  propagandas que nos fuzila com os vários descontos ilusórios que induzem os pobres[...] mortais a abrir suas carteiras e sacarem aquele que é um dos principais promovedores do descontrole econômico. O cartão.
A facilidade que esse quadrilátero eqüiângulo de plástico proporciona, inclusive de maneira genial, faz com que as mentes fracas comprem suas nicas.  E agora vem a parte desagradável e vergonhosa. Não têm condições pra pagar, como vivemos em uma sociedade extremamente capitalista elas acabam por dar inicio ao progressivo declínio da terrível bola de neve chamada divida. Em seguida provoca o efeito dominó que sai atingindo outras pessoas, e no fim das contas o pais inteiro sente.
Sinceramente não vejo forma de acabar com o consumismo, até porque é benéfico também pois movimenta o mercado financeiro. Então o jeito é diminuir o seus danos. Como? Fazendo investimentos de lucro. Em suma, o importante não é parar de comprar e sim ter dinheiro pra gastar. Idéia essa que precisa ser difundida na população em geral.

Consumista em tempos de crise. Ser ou não ser?

(Anna Seróes) 

            Em tempos de crise o consumismo desenfreado é uma ameaça para o orçamento doméstico. Contudo algumas mulheres, digo, mulher por que elas são as responsáveis na sua maioria pelas compras por impulso. Tendo em muitas das vezes dificuldade de assumir-se consumista, precisam conscientizar-se em meio à crise que a redução de gastos desnecessários, eliminar compras por impulso e fazer pesquisa de preço seria um diferencial (um ponto positivo) na atual conjuntura. É hora de trazer para a realidade em que vivemos a necessidade de reeducarmos financeiramente, com uma mudança de hábito. 
           Sabemos que quanto mais se ganha, mais se consome e ha um aumento do consumismo, havendo um corte desse modelo aparecerá a crise, e com isso a diminuição da renda de emprego. Ou seja, nessa mudança de hábito da necessidade de consumir menos é que; Compra-se menos, vende-se menos e demite-se mais. E assim caminha a humanidade...

Consumismo, dinheiro e crise.

                Eduarda Matos


                Para entendermos qual a relação entre a crise e o consumismo, precisamos saber a definição de cada um. Podemos definir crise como oscilações em torno de uma média nos níveis de negócios de um país e consumismo como um ato, efeito, fato ou prática de consumir. Sabendo isso, podemos começar a estabelecer esta relação.
                Muitos tentam descobrir qual a causa da crise. Uma grande maioria acredita que a crise é gerada pela ganância, ou pelo consumismo, ou até mesmo o acúmulo de bens. Pelas crises que o Brasil vem sofrendo durante toda a sua existência, o brasileiro aprendeu a conviver com este mal. Mas muitos ainda tem o mal costume de comprar tudo o que vê e na crise há aquele momento em que tem que parar pra pensar e rever todos os gastos e tomar as devidas providências mudando o estilo de vida.
               Assim mais pessoas estão trocando as marcas famosas por marcas inferiores, com a qualidade do produto parecida e pesquisando os preços para que não haja danos no bolso mais tarde. 
               Quando há uma grande procura por determinados produtos, o preço vai aumentando, assim as pessoas acabam não sendo tão fiéis e vão em buscar de algo mais barato. Com os preços lá em cima, as pessoas guardando o seu dinheiro para poupá-lo, a crise financeira começa. 
             Com a crise que o Brasil enfrenta, está havendo várias demissões. Com isso as pessoas tem que aprender a poupar o dinheiro que tem, pois não sabem quando a situação financeira do Brasil irá melhorar. Se as pessoa não tem dinheiro, não irá consumir que irá gerar a crise, se tornando um ciclo vicioso em torno do dinheiro.



Problemas do Ensino Superior


            Geovana Nascimento Santiago




São muitos os problemas que o estudante e os recém formados enfrentam, a falta de estágio para a conclusão do curso e de empregos após formados. As empresas exigem experiência comprovada em carteira, mas como ter experiência se o candidato acabou de se formar?!
Num mundo turbulento, no qual todos os dias somos bombardeados por mensagens de crise e de dificuldade, acreditar em nós mesmo nunca se tornou tão importante. Não podemos nos deixar levar por ondas de negatividades.
Muitos não tem recursos para realizar uma especialização, ou para continuar se mantendo só nos estudos. Grande parte das pessoas que concluem uma faculdade espera logo um retorno de sucesso, bons salários, empregos nas melhores empresas no estado em que vivem, porém a real situação não é essa. A cada dia que passa, as empresas cobram de maneira mais rígida certas experiências, e até mesmo intercâmbios ou que o pleiteante seja bilíngue.
O melhor a ser feito é, em uma oportunidade de estágio agir com responsabilidade e profissionalismo e ter bom desempenho ao ser contratado, ao realizar a graduação agregar cursos de capacitação para enriquecer o currículo e sobressair na hora da contratação. Então devemos, a cada dia, acompanhar as mudanças no mercado de trabalho, e tentarmos se adaptar.

Trabalho Inteligente

Eros S.R. Rocha
            
          Há muito tempo, para que se tenha chance no concorrido mercado de trabalho nacional ou internacional, é necessária boa educação superior, a fim de preparar os jovens justamente para a futura "competição".
            Porém, devido à falta de investimento por parte do governo para que se tenha um ensino fundamental digno e bem estruturado, muitas dificuldades a nível educacional vão sendo empurradas para frente, até o dia em que aqueles que recentemente terminaram a escola notam o quão difícil é arranjar um emprego.
            O mercado de trabalho demanda certo nível de conhecimento que muitos não têm ou, pior, exige experiência. Entretanto, mesmo que se domine muito bem a parte teórica, não se tem a oportunidade de praticar, fato que impede que o indivíduo se desenvolva na área almejada.
            Felizmente, em alguns países, como o Brasil, grandes empresas são obrigadas a ter em meio aos seus funcionários o chamado jovem aprendiz. Esse tipo de iniciativa é um grande valor para a sociedade. Infelizmente, são poucas as empresas que apresentam perspectiva de desenvolvimento e plano de carreira.
            Enfim, parte da solução já está em vigor, mas precisa ser desenvolvida. O que necessita de melhoria de fato é, na verdade, a qualidade do ensino fundamental e médio para que tenhamos um ensino superior melhor. Assim esperamos.

Graduados e suas dificuldades para ingressar no mercado de trabalho

Anna Seróes

Todos os anos são lançados para o ingresso no mercado de trabalho centenas de jovens com formação superior, ai começa uma grande jornada para a inserção neste mercado. A partir dai inicia-se um problema, muitos candidatos para poucas vagas, são muitos com a formação superior. Estima-se que, de um curso específico dar-se uma vaga, para cada cem formandos entre 17 e 25 anos. Há um excesso de profissionais nas áreas de jornalismo, direito, psicologia e por ai adiante.
Dentre as poucas vagas oferecidas as empresas exigem mão de obra qualificada.
Sendo esse um dos maiores problemas da inserção dos graduados no mercado de trabalho.
Segundo o Consultor de Empresas Max Gehringer em uma recente pesquisa da Confederação Nacional das Indústrias mostra que “61% das empresas pesquisadas estão capacitando seus próprios técnicos.” Dai a importância do curso técnico.
Fazer um curso técnico antes mesmo de fazer uma faculdade, talvez te ajude bastante. Pois isso pode te dar a certeza da área em que você quer atuar. 
No Brasil ainda é forte a cultura do Bacharel, mesmo com a visão futura da crescente realidade dos cursos técnicos e os seus vários seguimentos.  

Jovem em transição

Eduarda Matos

Desde o primeiro ano do ensino médio existe aquele dilema: "O que irei fazer da vida?". Mas decidir o melhor e fazer um bom curso em uma boa faculdade é essencial. Logo quando termina o ensino superior, ou antes, o que o jovem pensa é: "Onde irei trabalhar?". 

Nesta transição do ensino à entrada no mercado de trabalho tudo muda, pois o que está em jogo é a sua vida, o seu sustento, tudo que estudou e, quase sempre, o investimento dos pais. 

Não é fácil encontrar um bom emprego logo que se sai da faculdade. A principal causa disso é a falta de experiência, pois o jovem ainda está naquele processo de conhecer e construir a vida adulta, suas responsabilidades, suas habilidades. 

Existem aqueles jovens que conseguem fazer um curso técnico antes da faculdade, o que ajuda muito. Há também aqueles que usam os planos que o governo tem, que disponibilizam vagas de emprego para os jovens garantirem experiência na área onde querem trabalhar. Muitos jovens sofrem com esse desgaste de lutar pelo que querem, superar os obstáculos que encontram pela frente, a falta de segurança que sentem.

O melhor para quem quer um bom emprego quando sair da faculdade e não tem nenhuma experiência, é investir em conhecimento, na sua qualificação. Talvez aceitar um emprego, mesmo ganhando um pouco menos seja útil para adquirir experiência e crescer na área em que escolheu trabalhar. 

Referências: www.scielo.br/

O Porquê das ONGs existirem


 Danielle Almeida



ONGs são instituições não governamentais, ou seja, não recebem verbas do governo para seguir com seu projeto, dependendo assim de doações da população ou de empresas que apoiam a causa. As ONGs fazem um papel importante na sociedade, principalmente para os menos favorecidos. Cada instituição tenho competência, que elas escolhem para atuarem, de acordo com a necessidade da população que será ajudada. Sendo elas de: educação, cultura, saúde, meio ambiente, entre outros.
A existência das ONGs está ligada diretamente a falta de de assistência do governo que geralmente não atende a demanda da população, ou o descaso e corrupção com desvios de dinheiro. Segundo André Luiz Almeida Mendonça, diretor do Departamento de patrimônio e propriedade da Advocacia Geral da União (AGU) "educação e saúde, áreas de grande orçamento e muitos repasse de pequeno valor, são as grandes responsáveis pelos desvios de dinheiro público no Brasil. 70% (dos desvios) se refere a esse tipo de área".